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Por aqui, a peste não tem cura

Em 1949, o romancista francês Albert Camus, em viagem ao Recife, chamou a cidade pernambucana de a “Veneza Brasileira” por suas pontes e canais. Se Veneza teve Tintoretto e seu Il Paradiso, Recife tem Romero Britto e o Gato colorido. Se Veneza teve Antonio Vivaldi e suas sonatas para violoncelo, Recife tem a música enfadonha

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